• Rachel Ciríaco

Patricia Highsmith e sua obra capaz de atravessar gerações

Fãs de Thrillers criminais e psicológicos, já devem ter ouvido falar sobre suas obras, mas será que você sabia que a mente por trás da criação de personagens clássicos como o famoso Thomas Ripley e da obra Estranhos em um Trem é a escritora Patricia Highsmith?


Com sua obra reproduzida para o cinema por grandes nomes como o do cineasta Alfred Hitchcock, que dirigiu Strangers on a Train, em 1951, outros de seus livros também fizeram história na sétima arte, como O Talentoso Ripley, em 1999, e Carol, em 2015, vencedores de diversos prêmios.


Mas sua criatividade para obras psicológicas, profundas e com aquele leve toque sombrio não se resumia a escrita de livros. Highsmith, iniciou sua carreira na década de 40 escrevendo roteiros para histórias em quadrinhos, na editora Nedor, sendo uma das mais famosas as histórias de Black Terror.


Vamos conhecer um pouco mais essa escritora que foi capaz de atravessar gerações sendo apreciada e revivida através de suas histórias até hoje.


Carreira e primeiras obras da escritora


Patricia Highsmith e sua obra capaz de atravessar gerações.

Patricia nasceu em 19 de janeiro de 1921, em Fort Worth, no Texas e passou grande parte da vida adulta na Suíça e na França. Tendo falecido em 1995, em Locarno na Suíça.


Seu primeiro romance foi Strangers on a Train, que terminou em 1948, embora só fosse ser publicado em 1949, quando foi comprado pelo cineasta Hitchcock, sendo um sucesso de bilheteria.


Na mesma época em que seu primeiro manuscrito estava nas mãos da editora para a publicação, Highsmith, já tinha em mente os esboços para seu novo romance, The Price of Salt, que mais tarde receberia o título de Carol, foi publicado em 1953, sob o pseudônimo de Claire Morgan.


Segundo a própria autora, seus agentes literários lhe indicaram publicar um segundo romance de suspense, pois com o sucesso de seu primeiro livro ela se consagraria logo como uma escritora do gênero.


Mas Patricia não deixaria seu manuscrito de Carol, um romance lésbico improvável para a época, dentro de uma gaveta para se entregar a um rótulo. Em suas palavras: “Gosto de evitar rótulos, são as editoras americanas que gostam deles.”


Em 1955, foi publicado seu primeiro livro que traria a personagem Thomas Ripley, o jovem que viria a protagonizar mais cinco obras seguintes da escritora.


Entre outros livros estão Águas Profundas, A Cela de Vidro, O Grito da Coruja e O Diário de Edith.



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